
Cepas híbridas: o meio-termo entre indica e sativa, e a escolha mais segura para começar.
A híbrida cruza as duas famílias e fica no meio do caminho: relaxa sem derrubar e mantém a cabeça funcionando o suficiente. É a categoria mais vendida do mundo inteiro, e o motivo é simples — serve para quase toda ocasião, o que nem a indica nem a sativa conseguem.
O efeito responde bastante à dose. Pouco tende a puxar para o lado mental; mais tende a puxar para o corpo. Isso faz da híbrida a melhor porta de entrada para quem nunca usou: dá para calibrar sem cair num extremo antes de saber qual você prefere.
As genéticas mais conhecidas do mercado estão quase todas aqui: Blue Dream, Gelato, Runtz, Wedding Cake, OG Kush, Gorilla Glue e Girl Scout Cookies. Boa parte das cepas doces e frutadas que dominam o catálogo hoje saiu de algum cruzamento dessa lista.
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Costuma ser, sim. Fica no meio-termo e permite calibrar a dose antes de você descobrir qual extremo prefere.
Depende da dose e da genética. Pouco puxa mais para a cabeça, mais puxa para o corpo.
Serve para os dois, e é justamente por isso que é a família mais vendida.
Blue Dream e Gelato são as mais pedidas e agradam quase todo mundo.