
Cepas indica: efeito no corpo antes da cabeça, para o fim do dia.
A indica age no corpo antes de agir na cabeça. A tensão dos ombros e da nuca cede primeiro, o ritmo cai e a vontade de resolver as coisas vai junto. É por isso que quase todo mundo acaba reservando indica para o fim do dia, e não para o meio do expediente.
Na prática, o efeito se acumula. Diferente da sativa, que sobe rápido e avisa que chegou, a indica costuma aparecer aos poucos — e é aí que quem tem pouca tolerância se atrapalha, achando que não pegou e repetindo cedo demais. Uma tragada e dez minutos de espera resolvem a dúvida.
Genéticas clássicas dessa família aparecem bastante no catálogo: Granddaddy Purple, Bubba Kush, Northern Lights, Zkittlez, Purple Punch e Do-Si-Dos. Elas puxam para o relaxamento físico, o que combina com sono, dor e fim de semana parado.
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A indica pesa no corpo e relaxa; a sativa age mais na cabeça e desperta. A híbrida fica no meio.
É a família que mais costuma ser escolhida para isso, justamente pelo efeito corporal.
Não é questão de força, é de tipo de efeito. A potência depende do produto, não da família.
Pode, mas ela tende a derrubar o ritmo. Para o dia, a sativa funciona melhor.